sexta-feira, 20 de novembro de 2015

Curso de Educação Patrimonial - Curso de Férias Universidade de Mogi das Cruzes

UNIVERSIDADE DE MOGI DAS CRUZES



Objetivos:
Formação de profissionais da área da Cultura e Professores no desenvolvimento de ações e projetos de Educação Patrimonial em sala de aula, bem como refletir questões relacionadas com a preservação e valorização do patrimônio cultural e seus reflexos na prática educativa.

Público-Alvo:
Profissionais da área da Educação (Professores de Ensino Fundamental e Médio) e Cultura

Matrículas até:
13/01/2016

Início:
18 de janeiro de 2016

Duração:
18 a 22/01/2016

Horário:
das 18h às 22h

Carga Horária:
20 Horas

Coordenação:
Glauco Ricciele P L C Ribeiro

Conteúdo
Educação Patrimonial: Aspectos Conceituais
Educação Patrimonial: Meu Bairro e minha Cidade
O uso das mídias na preservação e memória
Roteiros Pedagógicos de Patrimônio Cultural: Aulas de Campo

Documentos Necessários:
Cópia do RG e do CPF.

Investimento:  R$ 120,00

Forma de pagamento:
Em 2 parcelas. Um no ato da matrícula e a segunda para 10/02/2016.







domingo, 1 de novembro de 2015

Lenda Procissão das Almas, madrugada do dia 2 novembro – Mogi das Cruzes-SP

Esta lenda é conhecida a décadas na cidade de Mogi das Cruzes, principalmente dos moradores da rua Senador Dantas. Conta-se que uma moça curiosa que morava na rua Senador Dantas, e por não ter muito que fazer, pois sofria de insônia, observava muito a noite pela janela de sua casa nas madrugadas. Principalmente nas noites de lua cheia, quando clareava naturalmente as ruas em torno da Igreja do Carmo e podia se observar no Alto o Cemitério São Salvador. Até que no dia 2 de novembro quando estava quase meia noite ela viu passar uma procissão descendo a ladeira do Cemitério em direção ao centro, todos estavam vestidos com roupas largas brancas “como fantasmas” com velas nas mãos e ela não conseguia identificar ninguém, logo estranhou, pois sabia que não haveria procissão naquele dia e horário, pois ela sempre ia à igreja matriz de Sant’Anna, e mesmo assim quando havia alguma procissão era comum a igreja tocar os sinos no início mas nada disso foi feito. E a procissão foi passando, até que uma das pessoas que estava participando parou na janela de sua casa e lhe entregou uma vela, disse a jovem moça para guardar aquela vela e que ela voltaria para pegá-la. Com a procissão chegando ao fim a moça resolveu dormir, e apagou a vela e guardou-a. No outro dia, quando acordou, a jovem foi ver se a vela estava no local onde ela guardou, porém para sua surpresa no local em que deveria estar a vela estava um osso de uma pessoa. Durante um ano todas as noites a moça esperava a procissão passar e nada. No ano seguinte na mesma data a jovem curiosa logo se colocou na janela com o osso em suas mãos e a procissão voltou a passar, uma pessoa de branco veio em sua direção e a jovem estendeu o braço com o osso que se transformou em vela no instante. A profissão logo seguiu em direção ao Cemitério São Salvador. Desde esse episódio nenhum mogiano morador dos arredores do Cemitério São Salvador tentou tal encontro com a procissão das almas novamente.