quinta-feira, 26 de julho de 2012

Sant’Anna padroeira de Mogi das Cruzes



Os primórdios da colonização do Brasil é marcado pela imposição da fé católica. Primeiro com os Jesuítas e posteriormente Franciscanos e Carmelitas. A devoção dos primeiros colonos “Bandeirantes” influenciavam a demarcação de terras e consequentemente a titulação aldeia ou vila nomes de santos batizavam essas novas terras (Ex. Santana do Parnaíba, São Paulo, Santo André, etc).

Mogi das Cruzes foi elevada a vila em 1611 pela bandeirante Gaspar Vaz, devoto extremo de Sant’Anna, tanto que o nascimento da vila se deu em torno da pequena e rustica capela da santa. Segundo a liturgia católica Sant’Anna foi mãe da virgem Maria, avó de Jesus Cristo.


Santa Emerenciana. Museu do Carmo. Mogi das Cruzes
A partir desta devoção de Gaspar Vaz nasce a Vila de Sant’Anna de Mogy Mirim, que com o passar dos séculos hoje se intitula Mogi das Cruzes. Com a criação da Diocese de Mogi das Cruzes em 1962, Dom Paulo Rolim Loureiro manteve Sant’Anna padroeira de Mogi e da Diocese.


Alguns escritos apócrifos (textos não canônicos- não reconhecidos pela igreja) narram a respeito da vida da santa. Segundo os textos apócrifos Sant’Anna tinha sua mãe Santa Emerenciana – bisavó de Jesus (a única imagem do Brasil se encontra em Mogi das Cruzes nas igrejas do Carmo).

Relíquia de Sant'Anna, minusculo pedaço de osso. Encontra-se na Catedral de Mogi das Cruzes







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